Mais uma republicação do Membrana. Sem muito tempo para conversas e descrições.
[/me atrasada pra aula]
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Depois de uma hora, voltei ao quarto e acendi a luz. Ótimo! Alguns mosquitos mortos no chão, uma aranha e um besourinho. Primeiro pensamento: até que enfim, uma noite de paz! Dormir sem zumbidos incômodos no ouvido e acordar sem milhares de picadas coçando. Aí pensei no lugar em que fui me enfiar; um lugar onde preciso lutar contra insetos quase todo dia.
Já ia desforrar a cama para dormir, quando vi uma coisinha marrom cruzando o chão do quarto. Uma barata! Uma maldita barata!Corri para pegar o inseticida e um chinelo. Depois de “embebedar” a barata, consegui matá-la. Ou acho que consegui. Por via das dúvidas, deixei o chinelo em cima dela, afinal, nunca se sabe se ela foi esmagada o suficiente.
Baratas são um inferno! Não morrem com qualquer inseticida, são capazes de viver sem cabeça até que a fome as mate e é necessário esmagá-las umas três vezes para ter certeza de que realmente morreram.
Uma vistoria no ambiente me garantiu que só havia aquela barata. E nada de mosquitos ou aranhas ou… O besouro se mexeu! Ele não deveria estar morto? Vai ver é mais um daqueles insetos viciados. Os inseticidas estão se transformando no álcool deles. Na cocaína, talvez. Nada de chinelo, um tamanco vai garantir minha segurança com mais eficiência.
Nada mais balançou as patinhas nojentas. Imaginei que pudesse dormir em paz, finalmente. Até ouvir um zumbido. Um mosquitinho. Não, dois. Eles estão chegando! Poderia colocar mais inseticida no quarto, mas estou com muito sono. Realmente preciso dormir.
O jeito é ligar os dois ventiladores, me cobrir dos pés à cabeça e esperar que, ao menos por uma noite, o repelente de insetos cumpra sua função.









