“Mais um blog…”, alguém que me conhece provavelmente vai pensar.
É. Mais um blog. Mesmo veículo (ou “mídia” como diria algum professor do meu curso, pra boa parte deles tudo é mídia) de comunicação, idéias diferentes.
Nada errado com o Membrana (que está no wordpress, caso não tenham notado) ou com o 16mm. Na verdade, há algo errado com o 16mm: apesar da idéia ser fantástica eu simplesmente não tenho tempo para postar nele com a dedicação que ele merece. Simplesmente resolvi fazer um blog para escrever qualquer bobagem quando tiver um tempo livre, seja ela útil (como no 16mm) divertida (como no Membrana Seletiva) ou simplesmente algum comentário pessoal sobre… bem, sobre qualquer coisa, inclusive minha própria vida. E pretendo fazê-lo quando eu tiver algo parecido com um tempo livre. Coisa rara cuja existência estou começando a questionar.
E quer forma melhor de começar do que reclamando? Até porque isso de criar blog relaxa. Metade dos que criei fiz dessa forma. E se preciso relaxar é porque tem algo errado. Esse algo errado chama-se “TREPJ”, sigla de uma cadeira do curso de Jornalismo cujo significado estou com preguiça de explicar. Na verdade, o problema não é a cadeira em si, é o trabalho que deveria entregar amanhã.
Ou melhor: o problema nem é o trabalho, que o trabalho, de certa forma, já estava feito. O problema é que eu não gostei do que fizeram, porque ficou mal feito, e resolvi fazer de novo. O trabalho em questão é uma revista, feita com reportagens e matérias escritas pelos alunos, editada por outros e diagramada por um terceiro grupo. Adivinha em que grupo me meti? Claro que no mais trabalhoso! (Às vezes desconfio da minha inteligência… Tem dias que duvido da existência dela.)
Lá vou eu diagramar, 10, 15 matérias no photoshop pra deixar a revista com cara de revista (e não de jornal) em 3 dias, gastando 1h para cada matéria e sem ninguém para me ajudar. Não por má vontade, as coisas simplesmente não funcionaram.
Cá estou eu, com 6 matérias prontas, criando mais um blog, desestressando, mandando tudo às favas e me livrando da culpa. Sejam bem-vindos e não se preocupem: posts como esse serão raridade.










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